Reconstrução de Pré-Maxila atrófica com uso de biomaterial, osso autógeno e PRF
ID Trabalho: 1108895
Autores: Pedro Silva Pacheco (Sao Leopoldo Mandic – Sao Paulo – SP – Brasil), Denis Reis Alonso (Supra Odontologia – Taubaté – SP – Brasil), Sérgio de Paula Funchal Filho (Sao Leopoldo Mandic – Campinas – SP – Brasil), Armando Beccon Webster (Sao Leopoldo Mandic – Sapucaia do Sul – RS – Brasil), Felipe Rudjere Nicoleto Caseri (Sao Leopoldo Mandic – Guarulhos – SP – Brasil), Vinicius Freitas Marcos (Sao Leopoldo Mandic – Balneário Camboriú – SC – Brasil)
Instituições dos autores: Sao Leopoldo Mandic – Balneário Camboriú – SC – Brasil,Sao Leopoldo Mandic – Campinas – SP – Brasil,Sao Leopoldo Mandic – Guarulhos – SP – Brasil,Sao Leopoldo Mandic – Sao Paulo – SP – Brasil,Sao Leopoldo Mandic – Sapucaia do Sul – RS – Brasil,Supra Odontologia – Taubaté – SP – Brasil
Introdução: Diante dos grandes desafios inerentes a reabilitação de pacientes portadores de atrofias teciduais, dominar diferentes técnicas e assim somar seu benefícios se mostra valioso na obtenção de resultados positivos e condução do tratamento destes casos.
Relato do caso: Paciente DMG, 38 anos, teve seus dentes (13 ao 23) extraídos quando tinha 15 anos de idade. ”Sonhava” em ter dentes fixos. Realizamos o tratamento em 3 estágios: 1) Coleta sanguinea e obtenção de agregados plaquetários (Protocolo Fibrin), enxertia realizada com osso autógeno (coleta região do mento) e biomaterial (Bio Oss – Geistlch) na proporção 1:1; 2) Após 7 meses (desde o enxerto) foi realizada nova tomografia e subsequente instalação de 4 implantes; 3) Na Etapa final realizamos: Reabertura, condicionamento tecidual com provisória e finalização com prótese fixa Zi-Cerämica.
Conclusão ou considerações finais: Através da RTG foi possível a instalação e manutenção de 3 implantes que receberam prótese fixa zircônio-cerâmica.
Função, bem-estar e auto-estima foram devolvido a paciente que almejava veementemente ter seu dentes fixos.
Discussão e conclusões: Entendemos que este tipo de tratamento possui potencial de promover impacto muito positivo que vai muito além dos dentes, os relatos da paciente tratada no caso exposto foram de novo semblante, alegria e satisfação. Assim como essa paciente muitos outros relatam terem tentado realizar este tipo de tratamento e foram desencorajados por profissionais entendendo a limitação de tecido como restritiva ao tratamento com implantes. Entender as técnicas de reconstrução tecidual abre um leque poderoso para tratamento de pacientes.
Palavras chave: ROG, RTG, Atresia maxilar, Implantes em área estética, Prf, osso autógeno