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Implantes Zigomáticos Grand Morse: Reabilitação oral utilizando o componente protético de 60° graus

ID Trabalho: 1108885

Autores: JOAO PAULO LAVAGNOLI MANFRINATO (FACULDADE ILAPEO – CURITIBA – PR – Brasil)

Instituições dos autores: FACULDADE ILAPEO – CURITIBA – PR – Brasil

Introdução: A reabilitação da maxila severamente atrófica utilizando implantes zigomáticos tornou-se difundida entre os especialistas em odontologia e um foco de crescente interesse devido ao envelhecimento da população e à vontade de preservar a qualidade de vida. Vários estudos retrospectivos relataram consistentemente altas taxas de sobrevida para implantes zigomáticos.

Relato do caso: Um grande desafio na implantodontia é minimizar a perda de osso crestal ao redor dos implantes, uma vez que isso provou ser essencial para a estabilidade dos tecidos moles e sucesso dos implantes a longo prazo. O design e a localização da interface implante-pilar em relação à crista óssea, a quantidade de mucosa queratinizada e espessura de tecidos moles foram sugeridas como impacto direto na perda óssea marginal do implante. Na literatura, diferentes componentes protéticos, geometrias e desenhos de implantes foram propostos para facilitar o posicionamento ideal da prótese e da fixação zigomática, otimizando a manutenção a longo prazo da osseointegração dos implantes. O componente protético de 60° graus apresenta potencial para garantir a estabilidade da crista óssea na interface implante-pilar e facilitar a inserção da prótese. Além de tornar possível a reabilitação de maxilas extremamente atróficas que antes não era possível, mesmo com o uso da consagrada técnica de ancoragem de implantes zigomáticos.

Conclusão ou considerações finais: A proposta deste relato de caso é mostrar o novo conceito de reabilitação oral com implantes zigomáticos, utilizando-se o componente protético de 60° graus.

Palavras chave: maxila atrófica; implantes zigomáticos; prótese dentária.