Efeito da terapia de oxigênio tópica associado ou não à laserterapia na mucosite oral
ID Trabalho: 1108960
Autores: Karolina Satie Takeshita (ILAPEO – Curitiba – PR – Brasil), Kleryo Antonilo Camara (ILAPEO – Curitiba – PR – Brasil), Tatiana Miranda Deliberador (ILAPEO – Curitiba – PR – Brasil)
Instituições dos autores: ILAPEO – Curitiba – PR – Brasil
Oral é um efeito colateral agudo do agente citotóxico no tratamento do câncer, particularmente grave de cabeça e pescoço submetidos à radioterapia e quimioterapia. Ela está associada a dor, desnutrição, lesões bucais representando uma porta de entrada para infecções oportunistas e reduções significativas na qualidade de vida. Pacientes com mucosite grave geralmente requerem redução de dose, atrasos no tratamento e hospitalização, o que pode comprometer potencialmente a resposta ao tratamento e aumentar a mortalidade. Além disso, a MO está associada ao curso insatisfatório do tratamento e maiores encargos financeiros.
Relato do caso: Paciente do sexo m, de 40 anos, diagnosticado com Mieloma Múltiplo, foi submetido ao tratamento de TMO. No condicionamento, foi utilizado o Melfalano, o que possibilitou a realização da Crioterapia, para prevenir a MO. O bochecho com o fluido oral da bluem foi utilizado desde o início do tratamento, juntamente com o laser. No 4º dia após o transplante, o paciente começou os primeiros sinais de mucosite oral, que evoluindo gradativamente até o 10º dia. Nesse período, utilizamos o bochecho de 08 em 08 horas e tratamento de laser para o alívio imediato da dor, possibilitando a alimentação diária, melhorando a qualidade de vida. No 12º dia, o paciente já apresenta as lesões cicatrizadas.
Conclusão ou considerações finais: Tivemos um auxílio no controle da MO com o fluido oral da bluem podendo contribuir com a cicatrização rápida das lesões, controle da infecção, tendo mais uma opção de tratamento, isolado ou associado ao laser.
Discussão e conclusões: –
Palavras chave: –