Mucosa queratinizada peri-implantar: imprescindível ao longo do tempo?
ID Trabalho: 1108843
Autores: DENNIS MALTA GUIMARAES (Ilapeo – Bh – MG – Brasil)
Instituições dos autores: Ilapeo – Bh – MG – Brasil
Introdução: O tecido queratinizado ao redor de dentes já tem a sua importância consolidada na literatura e, até pouco tempo atrás, a relevância da presença deste tecido ao redor de implantes ainda era controversa. Com uma revisão da literatura nas bases de pesquisa comprova-se, por meio de cinco revisões sistemáticas com metanálise nos últimos cinco anos, que não há mais dúvida a respeito dos créditos dados ao tecido queratinizado peri-implantar. Tais benefícios chegam até a favorecer a biomecânica a longo prazo por minimizar a remodelação óssea ao redor dos implantes. A apresentação contempla também uma discussão a respeito das técnicas e dos tipos de enxertos (livre, desepitelizado e subepitelial) e os resultados apontados pela literatura.
Relato do caso: Neste caso clínico, com documentação fotográfica do pré, trans e pós-cirúrgico com acompanhamento de um ano, fizemos enxertos gengivais tanto livre (epitélio e conjuntivo) quanto desepitelizado (conjuntivo) por vestibular e também ao redor (360º) dos implantes. A paciente se queixava de sensibilidade no tecido mole durante a mastigação e higienização nos cinco implantes instalados na região posterior da mandíbula.
Conclusão ou considerações finais: Este título foi mantido da palestra que ministrei no Summit em dezembro de 2022 na disciplina de Biomecânica do doutorado (ILAPEO), que tem como responsável a professora Dra. Ivete Sartori.
Palavras chave: mucosa peri-implantar, enxerto de tecido conjuntivo, enxerto gengival livre, saúde peri-implantar